09 março 2010

escolhas

 escolhas = preço (em particular, alto preço)

são elas que nos definem, amadurecem, fortalecem, vigoram, animam...nos fazem sentir gente, capaz de ser e de fazer, porque, afinal, nínguem vive sem escolha e nem só dela. Elas, as opções, estão por aí. Anima-te e busque-as.

21 fevereiro 2010

Falta... (especialmente pra uma parte de mim)


Que dor é essa? Nossa! É difícil demais. Depois da notícia, quantas vezes eu chorei...Quantas vezes parei para pensar como seria...O que eu iria fazer...Para alguns pode até parecer exagero, mas ninguém, ninguém mesmo, o tem como eu o tenho. Eu o amo de tal forma que não cabe em mim. É muito amor que lhe tenho. Que lhe dou. É uma verdadeira e intensa doação. Doação de palavras, de carinhos, de presença, de cumplicidade, de pequenos, simples e singelos gestos. Dói lembrar a partida. Dói saber que são anos, e que não nos temos perto. 
Sua ida pode durar um mês, mas eu escrevo para que se torne mais público ainda, e para me desabafar, tudo o que senti e sinto por você e com sua partida. Te amo mais, muito mais do que eu imaginava que amava. És parte de mim!

12 fevereiro 2010

?

eu não entendo, mas faço. não compreendo, mas quero. e é isso! só isso!

Constrange...

É tanto amor, tanto amor...que constrange.
Descubrir que não é sufoco, mas constrange. Inibi. Aquieta. Apaixona. Encanta.
Não há como explicar. Juro! Não há como! Mas sentí-lo é sufuciente. Aliás...queria entendê-lo. Destrichá-lo. Compreendê-lo por meio do que me encanta. Daquilo que me faz rir. Chorar. Que me "cutuca" a dançar. 
Apesar de tudo...me faz sentir valorosa. Existente. Algo. Alguém. Acompanhada. Feliz.
É uma sensação difídil de explicar, mas que faz o coração bater mais forte, faz a respiração ofegar, essas coisas...
Não é simples. É "detalhoso". E me deixa assim. Confusa e inconstante.

19 novembro 2009

Viver Verbos


Civilismo puro!
Será que eu quero mesmo isso?
Será que quero mesmo viver isso?
Ser isso?
Fazer isso?
Dançar isso?
Cantar isso?
Chorar por isso?
Rir disso?
Criar isso?
Cair nisso?
Festejar isso?
Desabafar isso?

Tantas verbalizações inconsistentes e olhares diferentes;
tantas cores, tantos amores, tantas sensações...

Por isso que inesperadamente me indago constantemente.
Não sei se por isso ou por aquilo.
Mas a gente tem que
viver, ser, fazer, dançar, cantar, chorar, rir, criar, cair, festejar, desabafar...
a gente precisa ser gente, né?
"Quem sou eu? Eu. Afinal, alguém precisa ser".